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ÉLISE

– Não escrevo para organizar o mundo, apenas para não perdê-lo.

– Algumas coisas só fazem sentido depois de esquecidas.

– O excesso sempre denuncia insegurança.

– Há uma diferença grande entre mostrar e oferecer.

– Prefiro o silêncio bem escolhido à explicação correta.

– O tempo não passa: ele se acomoda.

– Nem tudo o que guardo precisa ser encontrado.

– Elegância é decidir o que não entra.

– Desconfio do entusiasmo imediato.

– Certas histórias pedem distância para continuar verdadeiras.

– Quanto menor o café, maior o ego do barist

BARTOLOMEU

-Viajar não me leva a lugar nenhum. É por isso que continuo

– Cidades não se conhecem. Se atravessam.

– Escrevo quando não sei o que fazer com o dia.

– Tenho mais mapas do que destinos.

– O mundo é grande demais para ser explicado.

– Gosto de lugares onde ninguém espera nada de mim.

– Algumas ideias só funcionam inacabadas.

– Andar resolve mais coisas do que pensar.

– Não confio em projetos que sabem exatamente onde vão chegar.

– O erro costuma ser mais fiel que o plano

LINHA DO TEMPO

1920

em breve

Cartas da Élise:

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